Segunda-feira 22 Novembro

22-11-2010 09:14

 E Pilatos… disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta. Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar? Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima te não fosse dado (João 19:8-11).

Dois poderes

Jesus, o Cristo, é certamente o rei que Deus estabeleceu sobre Seu povo, Aquele a quem o trono de Davi está prometido. Ele deu todas as provas de que era o Enviado de Deus para reinar. Porém não se apresentou como um chefe guerreiro decidido a libertar o país da ocupação romana; ao contrário, propôs uma verdadeira revolução espiritual, insuportável para os líderes religiosos judeus acostumados a dominar. Estes O entregaram a Pilatos, o governador romano, para que fosse crucificado.

Pela segunda vez, os dois homens estavam frente a frente:

— Um tinha as marcas dos golpes que acabara de receber e vestia, em tom de escárnio, um manto real e uma coroa de espinhos; contudo, era o Filho de Deus, o juiz de toda a terra que um dia reinará sobre todas as nações do mundo.

— O outro era o representante do império que dominava sobre o mundo da época. Declarava orgulhosamente que tinha o poder de soltar ou crucificar Jesus. Na verdade, longe de ser um homem livre, estava dominado pela superstição, pelo medo de uma rebelião dos judeus, pelo temor do imperador.

Jesus, o acusado, é quem emite a sentença sobre Pilatos! Este não é mais que um instrumento nas mãos de Deus, que serviu para que o plano divino fosse cumprido.

Devocional Boa Semente 2010

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